Depressão

é querer esvaziar-se gritando aos quatro cantos o quanto está mal
e ao mesmo tempo querer sumir, para não pesar a existência de mais ninguém

é enxergar as flores como ervas daninhas
e sentir-se parte delas, uma vida sem porquê.

Tempestades




Grandes tempestades mesmo depois de acabarem sempre deixam rastros. Nos últimos dias o mundo esta numa tempestade que parece não ter fim, parece que de repente me toquei de quão ruim o mundo pode ser. E desde então descobri coisas sobre mim mesma que outrora não me caberiam.

Brasil,ame-o ou deixe-o. Se eu pudesse deixava. Tanta maldade,tanta ganância, tanta corrupção. O cenário político e social me assusta. Os cientistas políticos facebookianos também, agora os amigos (amigos?) que postam #bolsonaro2018 #bolsomito me assustam ainda mais.

Nunca fui fã de política, sempre preferi me abster dessas discussões, afinal não tenho muito conhecimento acadêmico para tal. Sempre gostei de história ( não que eu saiba muita coisa) e vejo claramente ela sendo escrita. Mesmo que em linhas tortas e sendo narrada por uma elite global nada imparcial. 

Estamos escrevendo parte da história que meus filhos ou netos estudarão para passar no vestibular. Aliás, seus filhos e netos, nos últimos dias percebi que não quero tê-los. O mundo é ruim. Já pensou se nasce menina então? O mundo não é bom,e o mundo é pior ainda para as mulheres.

Inclusive deixo aqui o meu recado : Homens, vocês sabiam que assobiar,buzinar, chamar uma mulher de "gostosa" "delícia" no meio da rua não te fazem mais homens? Testem! 

Tá tendo guerra na Síria, ataques em Manchester, presidente ilegítimo ganhando mesadinha, preconceito contra nordestino sendo feito e gravado em pleno planalto central, edifícios sendo demolidos com dependente químico dentro e ninguém faz absolutamente nada.

Que horas chegamos a esse ponto? Que horas cheguei a esse ponto?

Em qual momento passamos a ser tão desumanos ao ponto de likes serem mais importantes do que uma vida,seguidores serem mais importantes que amizades verdadeiras, "opiniões" serem única e exclusivamente motivos para textões no facebook. Em que momento fast amores se tornaram mais interessantes do que relacionamentos sólidos? O que eu tava fazendo que não percebi que Black Mirror era muito melhor que a realidade?

Como diria o lendário Chorão: "Que mundo é esse que ninguém entende um sonho? Que mundo é esse que ninguém sabe mais amar?"

Não disse que grandes tempestades deixam rastros? E deixaram, em mim. 

Lhes apresento meu novo eu : jovem de 20 e poucos anos,mulher,negra, nordestina, pseudo arquiteta, votou no PT, espírita, que não quer ter filhos, e a nova descrente do mundo. 

Boa noite. Ou seria apenas noite?





Marcas e feridas


Quando você machuca alguma parte do corpo o processo de recuperação pode parecer lento, mas é evidente. Você tem certeza que a coloração diferente do roxo ou a dor que apareceu em outro local faz parte da cura e espera pacientemente por isso. 

Quando você sofre por amor, também passa por estágios, mas nunca tem certeza aonde vai chegar. A ansiedade te consome e tudo parece mais devagar. Na verdade a sensação é de que levou um soco no estômago e ainda assim não consegue vomitar os sentimentos bons que ficaram e insistem em morar na minha cabeça, lembrando tudo o que não foi, tudo o que poderia ter sido. Eu queria um remédio que me deixasse com raiva depois de tudo o que eu ouvi, para poder dar início ao meu tratamento, Queria ao menos aniquilar essa esperança, até porque tanto faz voltar ou ir, ainda que só haja a segunda opção.

Falar em desproporção de sentimentos é normal, o amor não chega ao mesmo tempo para os dois, por isso a relação pode parecer desigual. Mas não posso permanecer numa relação que você entende estar fadada ao fim. Onde só um sabe que é exatamente ali que quer estar, ignorando os contratempos, agora conhecidos por privações, que poderiam gerar insegurança. Agora o que resta é a sensação de não ser boa o suficiente para fazê-lo ficar.

Eu não tenho a capacidade de acordar me sentindo livre e desimpedida, fingindo que nada aconteceu. Me parecia confortável, quente, seguro, e ainda que não tenha muitas provas materiais ou lembranças concretas, posso afirmar que os meus sentimentos cresceram, amadureceram, floriram, enquanto o seus caíram e você fingiu não ver. O roxo está mudando de cor, mas a cura não parece próxima. Talvez porque eu saiba que não é a última vez que vou enfrentar esse processo. Sei também que ele não é fácil, parece impossível apagar essas palavras que torturam meu inconsciente, o machucando. 

Eu sei, você também deve estar confuso e perdido. Mas por mais que você diga que onde tem amor não tem dor, acredite, amar sozinho dói. Um dia você vai descobrir isso, sem vacina, sem remédio, sem alguém para lhe dizer que vai ficar tudo bem. Você vai finalmente cair, depois de tanto cambalear. Eu bem que tentei me apoiar em você para dividirmos as forças, mas a minha dose não foi o suficiente. Eu deveria saber disso, você nunca foi fã de remédios, talvez prefira doses letais. 

Você foi a casquinha da minha última ferida e eu cuidei muito bem da cicatrização. Quando eu finalmente melhorei, você se foi, deixando tudo aberto novamente. Apesar da dor familiar, eu ainda não entendo o porquê dessa atitude repentina, quando tudo ia tão bem. A verdade é que a gente nunca sabe como o outro se sente, por mais que se esforce para isso, as vezes nem nós sabemos. Só seguimos com a certeza de que correr riscos pode trazer novas feridas que um dia serão apenas marcas que contam histórias

eu sou oitenta




Sabe, nesses 5 meses eu bem que me esforcei pra ser superfície. Eu juro que tentei não mergulhar e viver de cais em cais. Ignorei todos os sinais, nadei sem direção alguma, mas a força da água foi maior, acabei me afogando. Sabe, eu sou uma onda forte que não estava mais conseguindo se conter, mas perdia a força no meio do caminho pra não te assustar, pra te deixar no meu mar. Depois da nossa última conversa eu pensei que você nunca me deixaria transbordar, mas a verdade é que os dois estavam de olhos fechados com medo de falar demais. Você me perguntava se estava tudo bem e a resposta era sim, não teria outra forma de lhe responder quando o problema era você e sua mania de me fazer 8 quando sou 80. Mas eu sou teimosa, chorei sem você saber, te li sem você perceber e naquele dia meu olhar me entregou demais, você me puxou e eu ancorei no teu cais. Sabe, eu bem que queria ter te desafiado antes, só pra te mostrar meu lado quente e impulsivo, mas a verdade é que eu tinha medo do que viria, não sirvo pra ser Tom e muito menos você pra Summer. A verdade é que não somos líquidos, mas eu quero mergulhar e agora você vem comigo. Somos 80, somos 2, inteiros, querendo viver o agora e isso me excita. Transbordei.

Não era amor, não era.




Era cilada e eu sabia. Foi exatamente o seu gosto fugaz que me fez querer ficar. Foi por saber que eu não podia me envolver que eu quis me entregar. Eu sabia que não ia acabar bem, mas você me tocava e eu esquecia. Seu cheiro me embriagou e eu queria te beber. Sentir suas mãos em cada parte do meu corpo, a textura da sua barba na minha pele, a sua voz me arrepiava em lugares que eu nem sabia que era possível. Foi o seu olhar perdido, as suas mãos que me procuravam no meio da noite, nossas pernas entrelaçadas, nosso coração confuso. E eu sei que você foi sincero, pelo menos comigo. Mas a vontade de você não me deixava mentir. Os meus verbos queriam engolir tuas sílabas. Eu era fogo e você brincou sem se queimar. Isso só me atiçou mais, eu queria te marcar. Não pra te ter só pra mim, eu nunca liguei para o que você fez, mas sim pelo que deixou de fazer. Eu queria sentir seu cheiro no meu corpo de novo. Seu gosto na minha boca e ouvir teus segredos de liquidificador. A conexão foi forte, "bateu foi tudo", a sinergia me consumiu e você me deixou ali, sem sentido algum. Queria suas mensagens cheias de medo de se abrir demais, a calma do seu telhado após a confusão da tua cama e as sua fotos no meio do dia que me tiravam a paz. Hoje eu apaguei uma foto tua, "prazer felicidade", mas eu espero que você ainda esteja feliz, assim como eu fiquei quando você me deixou fazer parte desse quase nós. Era cilada e eu cai porque eu quis.

Aquela maldita crise dos 20 e poucos anos




O que falar sobre essa tal crise dos 20 e poucos anos que mal chegou e já odeio pacas?

Vamos lá, por onde começar? Talvez pelo princípio, ou quem sabe pela a ideia que eu tinha de tudo isso no pretérito. Segunda opção.
Dentre todos meus planos e contra planos definitivamente sei que não estou onde eu sonhava estar. Me imaginava mais independente, mais autoconfiante, empregada, super apaixonada pela minha faculdade e financeiramente estável. Não preciso dizer que não alcancei nada disso né?

E talvez seja exatamente por isso que estou no meio de lugar nenhum. Engraçado parar pra pensar sobre isso, já passei por várias crises existenciais: no início da adolescência, no meio dela, na vez que o “crush” me deu um pé na bunda.  Mas no geral todas elas estavam intimamente ligadas ao que eu esperava sobre o futuro. E pela primeira vez vejo-me incomodada por não saber o que fazer com meu presente.



Sabe aquelas listas idiotas de sites e revistas que falam sobre 15 coisas para se fazer antes do 15? 20 antes dos 20? ... Até hoje não consegui nem chegar perto de terminar uma delas. E me pergunto, será que todas as garotas-mulheres de 20 e poucos anos já conseguiram? Será que sou a única terráquea que simplesmente não consegue ser aquilo que dizem que uma pessoa da minha idade deve ser? (Só você,rebelde,exótica,diferentona)

O mais desesperador é que quanto mais tempo eu perco pensando sobre o que fazer da minha vida (literalmente) mais rápido o tempo passa e mais perdida eu fico. Tipo correr em círculos sabe? Sempre voltando para o mesmo lugar. E isso é um saco.


Às vezes fico observando garotas nas redes sociais, tão magras, cabelos perfeitos, independentes, cheias de amigos, felizes, vida social ativa (e eu já fazem 2 meses que não saio de casa), viajadas, estilosas, e nem nos 20 chegaram. E isso verdadeiramente começou a me incomodar, bateu meio que uma deprê. Decidi me afastar das redes por um tempo: desativei todas.

Todos os dias somos bombardeadas com informações sobre o que devemos vestir, que produtos de beleza são essências, qual é o corte de cabelo do momento. E no meio disso tudo nosso verdadeiro eu fica perdido. Pois as vezes quem somos não é aquilo que o mundo dos instas e blogueiras exigem. E quando a gente não tem certeza sobre o que quer ou sobre o que somos essa cobrança se torna mais explicita ainda.



A verdade é que no meio disso tudo perdi amizades que jurava eternas, mudei de opinião sobre o mesmo assunto milhares de vezes, vi que algumas pessoas conhecidas tornaram-se mães, outras casaram. Vi gente que eu achava conhecer com a palma da mão tornarem-se verdadeiros desconhecidos. E no meio disso tudo só me pergunto: Mas quem realmente sou eu? Quem eu quero ser?


Não sou muito boa com conclusões então vou ficando por aqui mesmo, beijos, até o próximo post.

Não seja o Marcos


Ok,pra começo de conversa vamos logo assumir que não sou a melhor pessoa pra falar sobre esse assunto,afinal com quase dois anos de carteira devo ter dirigido cerca de meia dúzia de vezes. Definitivamente conduzir um veículo não é a minha praia. Como já dizia a minha mãe " hoje em dia a pessoa tem que dirigir por ela e pelos outros". E bem,os outros é que são o problema.Digo em relação a prudência. É cada coisa que se ve por aí.

Hoje mesmo voltando para casa tive a 'satisfação' de cruzar com um desses infelizes que se acham o Dominic Toretto do Velozes e Furiosos pelo caminho. O rapaz que deveria ter cerca de 20 e poucos anos vinha pela estrada visivelmente muito acima da velocidade da via. Nosso carro,lê-se carro da minha mãe ,estava a frente do dele e devido um redutor diminuímos a velocidade. E o distinto rapaz,vou chamá-lo Marcos (apenas um nome fictício) ,piloto de fuga que só ele,mesmo vendo a sinalização freiou em cima da hora e quase bateu no nosso carro. 

Porém devido a redução  e a estrada estar num trecho de aclive vários carros acabaram se aproximando. E por isso ficamos "ilhadas' entre dois carros e um caminhão que por maior esforço que fizesse subia a ladeira a trancos e barrancos.E 'Marcos" educado como ele simplesmente começou a jogar luz alta.Como se a luz fosse teletransportar meu carro da frente dele. Marcos querido,ainda não inventaram carros fotofóbicos.

Após mais alguns segundos,repito segundos, ilhadas finalmente conseguimos mudar de pista. E finalmente Marcos poderia seguir seu caminho. Ou sua fuga,sei lá. Porém educado como era ele resolveu emparear seu carro ao nosso e nos encher de xingamentos. Ai me pergunto:Por que Marcos?A pessoa faz N merdas no trânsito e ainda se vê no direito de "tirar satisfação" com alguém que está apenas seguindo as regras.

Bem,logo após a chuva de palavras de baixo calão ele acelerou como quem precisa tirar o pai da forca e sumiu estrada a fora. Confesso que no momento minha vontade era ir atrás e mandá-lo para a p*** que pariu. Mas como acredito que o mal que desejamos ao outro volta pra gente,respirei e segui em frente.

Moral da História? Nunca,jamais seja o Marcos. O trânsito agradece!




Tudo bem em se sentir linda



Antes de fazer terapia pela terceira vez eu achava que problemas de autoestima estavam relacionados somente à imagem da pessoa. Eu me odiava aos 13 anos, mas depois da fase "patinho feio" ganhei corpo e comecei a gostar de mim. Investi em cremes que nunca usei, roupas que doei ainda novas, esmaltes que endureceram e revistas que nunca me representaram. O que eu não sabia é que a minha autoestima não dependia só do que eu vestia, ou quanto eu pesava, mas sim o que se passava pela minha cabeça e é ai que mora o perigo. Apesar de chamar AUTOestima ela geralmente vem atrelada aos padrões que a sociedade impõe e isso não é nada bom, na verdade isso é péssimo. 

É bonito ver que as pessoas ao meu redor têm procurado se aceitar, por mais que ainda exista gente que insiste em se preocupar excessivamente com a vida dos outros. Se você é aquela pessoa que já foi gorda, começou a malhar e perdeu 30 quilos em 1 mês, agora você se sente linda, parabéns! Eu fico feliz por você se sentir assim. Mas não ache que porque o final foi feliz pra você será também na história de vida de outras pessoas. Esse papo de “você deve emagrecer, obesidade é uma doença, estou preocupada com a sua saúde” É UM SACO! Existem pessoas obesas com problemas de saúde? Sim, mas também existem obesos com exames melhores que o meu, uma pessoa dentro do peso considerado ideal (Cuidado com os índices do IMC, são surreais). Então quando você fala isso não está preocupado com a saúde e sim com o que os outros pensam dessa pessoa, afinal ela não está seguindo as regras que você seguiu. Apenas pare, deixe as pessoas serem felizes como elas acham que deve ser.

          "Não há problema em ser magra e não há problema em ser gorda, se isso é o que você quer ser. O que você quiser, não tem problema."

Tudo bem em se sentir linda por que foi bem em uma prova, por que comprou uma roupa nova, fez um piercing no septo, acordou de bom humor, aprendeu a dar estrelinha. Tudo bem em perceber que seus cílios ficam lindos quando você chora, reparar que tá com uma bundinha legal, começar uma aula de dança, fazer uma tattoo na perna, assumir o cachos e se achar maravilhosa. TUDO BEM em não ser como as suas amigas, ou como a capa da revista, colocar uma cropped e mostrar a barriga, é sério, TÁ TUDO BEM!


O negócio é se aceitar, independente do motivo que te deixe pra baixo. E eu não disse que é fácil, mas é recompensador. É como acordar e não ter que passar maquiagem para ir à padaria. Parece um exemplo idiota, mas se você parar pra pensar pelo menos um corretivo a gente passa com medo de encontrar alguém que repare nos nossos olhos de ressaca. Estamos presas a pequenas coisas que nos são impostas e se tornam "normais", mas depois que você percebe que para ser linda não precisa de nada (só de mudar a sua cabeça) é libertador, é gostoso se sentir gostosa e sabe de uma coisa? Tudo bem em se sentir linda.




OBS: A imagem do início do post é de uma campanha maravilhosa chamada #EmpowerALLBodies, as demais do filme pequena miss sunshine que é só amor  <3

Recomeço


Pensamos muito sobre o que escrever nesse post e é claro não surgiu nada, porque escrever deve ser uma coisa natural, pelo menos na minha época de blogueira era (ok, não sou tão velha assim, mas sou da era Flogão, MSN, Orkut). Quando criei o meu primeiro blog escrevia textos sobre coisas que eu sentia e não queria que fosse descoberto por ninguém, era o meu diário virtual, já que nunca fui fofa e organizada o suficiente para ter um escrito. Com o tempo fui para o Tumblr, onde passei a entender um pouco sobre html e me virar sozinha no photoshop. E ai nasceu a minha paixão por blogar.



Nos conhecemos no Ensino Médio. Éramos completamente diferentes, não sei como, ou por que, mas nos aproximamos. No 2º ano criamos um blog com duas amigas, Nayanne e Maria Fernanda, chamado Princesas do Camboja. O “Princesas” é compreensível, elas sonhavam em conhecer a Disney, mas o Camboja não me pergunte, nasceu de alguma história doida que costumávamos inventar durante as aulas do cursinho pré-vestibular. Passamos por muitas coisas juntas, não poderia ter melhores companhias nesse período estressante onde nós, pré-adultos, temos que definir o que vamos fazer no futuro. Ficamos com os hormônios a flor da pele, temos certezas absolutas por 2 semanas, queremos viver tudo intensamente, entrar na balada +18 e acabamos frustrada comendo cachorro-quente.





Com o fim do ensino médio seguimos caminhos opostos, o tempo acabou com o blog e nos distanciou. Não conseguimos ficar longe por muito tempo e aqui estamos nós com 20 anos, mais vivências, histórias e principalmente maturidade, mas ainda temos ideias malucas que precisamos compartilhar. Foi então que pensamos no Cataflor, onde vocês vão descobrir o que sentimos, queremos, ouvimos. Por isso não sei responder ao certo se você perguntar “Sobre o que vocês vão postar?” (Passamos aproximadamente 2 horas tentando fazer um vídeo sobre isso).





Espero que essa história tenha despertado o interesse de nos conhecer um pouco mais. Continuamos diferentes como quando nos conhecemos, mas talvez isso é o que faz dar certo. Não deixe de acompanhar o CATAFLOR e ver o que temos a falar. (Sim, Cataflor veio da música do Tiago Iorc, somos fãs desde quando não era famoso, temos foto com ele sorrindo e nos abraçando, mas isso fica pra outro post.) 

   
Um agradecimento especial aos nossos fotógrafos, Mari, David e Higor. E a todos que sempre me falaram pra voltar pra blogosfera <3 TAMO DE VOLTA! 

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